A saga de Di (parte qq coisa) - Há dias assim
Confesso que a minha vidinha não me tem corrido particularmente bem. Têm-se sucedido uma série de peripécias que começaram como disparates mas que foram avançando até se configurarem como incidentes ou mesmo acidentes. Começando pelo acidente de carro que tive na passada sexta feira, despoletado pelo disparate de ter trazido todos os documentos necessários para ir à Loja Do Cidadão com a excepção das fotografias. Não foi nada sério, a senhora do peugeot 406 azul à minha frente arrancou só para parar outra vez repentinamente e eu, com a mudança engatada e um vontade tremenda de ir buscar as fotos a casa e ainda ir para a Loja do Cidadão, não parei a tempo. Amolgadela no meu capô, matrícula amachucada e um risco branquinho no carro dela. Troca de nome, número e agora a espera ansiosa pelo telefonema a dar conhecimento da quantia do arranjo. Não costumo ser desconfiada mas sempre quero ver.
Escusado será dizer que não fui à Loja do Cidadão. Fui logo para casa, tomei banho e telefonei à ARIS. Não lhe disse isto mas enquanto falava com ela decidi não deixar que este incidente estragasse a minha noite. Saí.
Estava já no metro quando me apercebo que me esqueci da carteira. Solto um foda-se muito no tom seco do que soltei quando bati na sra do peugeot. Para variar ia já atrasada e confesso que contei com a amizade que me esperava para sobreviver a noite. Sim, porque o bem mais valioso que tinha comigo era o belo do telemóvel (o cartão Lisboa Viva não conta). Felizmente tenho amigos lindos que me pagaram o jantar e o cinema, e que infelizmente escolheram (quase) o pior filme de todos os tempos mas que deu horas de gargalhadas por quão mau que era.
Depois disto fui ter com os amores e a noite correu bem porque os meus amores são lindos.
Só para ficar registado apanhámos um taxista muito macho que conseguia identificar travestis como ninguém (ou sras com badalho como lhes chamava) e que tinha um fetiche com sapatos femininos sobretudo sapatos de cetim e/ou com lantejoulas. Sim porque um salto alto é o que faz de uma mulher Mulher e ninguém anda melhor de salto alto do que as italianas. As brasileiras, coitadas, em salto alto metem dó.
Já me doía a barriga de tanto rir.
Entretanto e continuando a saga de Di, passo a noite inteira (na verdade a manhã inteira) a sonhar com tudo o que me aflige. Num único sonho consigo que a Di versão onírica passe por horrores daqueles que causam atrofio mental só porque revelam com exactidão as fragilidades da Di versão mundo real.
Salvé o glorioso dia de sexta feira, 18 de Maio (especialmente no intervalo 18h – 00h e a manhã do dia 19).
Vou agora pedir a todas a fadinhas da Floribella que me salvem de semelhante fado para o dia de hoje.
Escusado será dizer que não fui à Loja do Cidadão. Fui logo para casa, tomei banho e telefonei à ARIS. Não lhe disse isto mas enquanto falava com ela decidi não deixar que este incidente estragasse a minha noite. Saí.
Estava já no metro quando me apercebo que me esqueci da carteira. Solto um foda-se muito no tom seco do que soltei quando bati na sra do peugeot. Para variar ia já atrasada e confesso que contei com a amizade que me esperava para sobreviver a noite. Sim, porque o bem mais valioso que tinha comigo era o belo do telemóvel (o cartão Lisboa Viva não conta). Felizmente tenho amigos lindos que me pagaram o jantar e o cinema, e que infelizmente escolheram (quase) o pior filme de todos os tempos mas que deu horas de gargalhadas por quão mau que era.
Depois disto fui ter com os amores e a noite correu bem porque os meus amores são lindos.
Só para ficar registado apanhámos um taxista muito macho que conseguia identificar travestis como ninguém (ou sras com badalho como lhes chamava) e que tinha um fetiche com sapatos femininos sobretudo sapatos de cetim e/ou com lantejoulas. Sim porque um salto alto é o que faz de uma mulher Mulher e ninguém anda melhor de salto alto do que as italianas. As brasileiras, coitadas, em salto alto metem dó.
Já me doía a barriga de tanto rir.
Entretanto e continuando a saga de Di, passo a noite inteira (na verdade a manhã inteira) a sonhar com tudo o que me aflige. Num único sonho consigo que a Di versão onírica passe por horrores daqueles que causam atrofio mental só porque revelam com exactidão as fragilidades da Di versão mundo real.
Salvé o glorioso dia de sexta feira, 18 de Maio (especialmente no intervalo 18h – 00h e a manhã do dia 19).
Vou agora pedir a todas a fadinhas da Floribella que me salvem de semelhante fado para o dia de hoje.
