20 setembro 2007

2 in 1

Pois é. Também voltei após ausência acentuada. Contentes? Nem por isso? Atribuam a culpa de tal feito a uma vontade enorme de não me aplicar nos afazeres que me assombram o neurónio. E como um assunto não me chega irei tratar de dois assim de rajada, como quem diz, 2 in 1.

1. Assolado por um mood menos agradável e intelectualmente desgastado, fiz o que bastantes mortais fazem por aí: fui zappar um pouco. Neste processo dei de caras com o dr. phill, esse grande senhor da psicologia universal. Na consulta retratada neste episódio surgiu algo que nem no filme mais doentio daquele realizador que agora não vem à causa o nome seria de esperar: uma jovenzinha apaixonou-se pelo assassino do seu irmão, agora na prisão por ter cometido tal acto. E como se não bastasse a mãe da moça (e do falecido) apoia a decisão da filha. Consequentemente, a família destas duas criaturas tão desprovidas de neurónio pediu ajuda ao grande dr. phill. Pois que ambas dizem que falaram com ele uma vez para terem um personal disclosure (que eu aprovo totalmente) e que, face às contínuas mostras de arrependimento do assassino, perceberam que este estava arrependido e que era altura da irmã do outro infeliz se apaixonar pelo seu carrasco. Não vale a pena desenvolver mais este assunto. Só quis expôr neste blog um pouco da estupidez humana que por esse mundo se espalha. O meu comentário a este assunto resume-se ao seguinte: sei que o amor não escolhe caras, idades, sexos, religiões, étnias e tudo o mais, mas acho que pode bem NÃO ESCOLHER assassinos de familiares. Tenho dito.

2. Pois que por aqui não me passeava há muito tempo. Muitos foram os posts deixados aos quais não deixei a minha marca pessoal (há quem chame a estas marcas comments). Em vez de andar por aí a espalhá-las, reuno-as todas neste pequeno texto:
a) As férias de Di: parece-me que foram dias fantásticos mas já te disse que a senhora da mata não te faz bem ao neurónio.
b) O império Berska: por vezes a passear pelos centros comerciais pergunto-me se terão aberto uma danceteria nova por ali mas basta olhar para 3 pisos acima e 10 lojas à frente e vejo que é uma dessas lojinhas que dão emprego a tanta coitadinha saída da casota do fernando namora.
c) Em reflexão: eu acho que já perdi o meu papelinho :S e fica aqui a nota: essa do veneno cheira-me a lavagem de roupa suja.
d) Os inuteis: oh Di amiga, e quem é que não tem um pouco de inútil dentro de si? ;)
e) Harpia - o reencontro: tenho mesmo de conhecer essa criatura que tanto vos assombra e que nunca vislumbrei.
f) Uma destas noites: ...
g) Relações: caro agnub, se nos dias que correm tudo te parece tão egoísta e negro, é porque não andas a passear pelos sítios certos.
h) Um domingo qualquer: Levanta-te!
i) Sexta-feira no bairro alto: vide Relações.

Foram comentários breves mas espero que úteis.

Assim terminou o meu 2 in 1.

Até breve.

2 comentários:

AGNUB disse...

Assunto 1: Não se escolhe amar o advogado que colocou a mãe na prisão. Não se escolhe amar aquele que nos bate. Não se escolhe amar o pinga amor que nos trai todos os meses. Não se escolhe amar o empresário que arrasou com o negócio do avô. Não se escolhe amar o assassino ou violador do fulano X. O amor é assim mesmo, não se escolhe.

Assunto 2: Ui! Que comentários tão pouco venenosos LOL

GUTO disse...

Assunto 1: E logo quando eu pensei que toda a gente iria estar de acordo em relação a um assunto, eis que levo com um comentário sobre a inexistência de limites no amor! Como dizia o dr. phill, acho notável a capacidade da moça em conseguir perdoar o assassino do irmão e que esse facto não a impeça de nutrir certos sentimentos pelo moço. Concordo contigo quando dizes que não se escolhe amar o assassino do fulano X, mas a questão aqui é que não era o fulano o X, era o irmão. Volto a repetir, de facto o amor é bastante cego, mas sejamos honestos: ele matou o irmão dela!!! Fico surpreso ao pensar que sou o único que acha isto um escândalo (o único que partilhou até hoje a mesma opinião que eu foi o indiscristível dr phill).

Assunto 2: Lamento imenso, mas não sei onde é que foi detectado veneno. Não são palavras venenosas. São comentários sucintos e pouco sérios a opiniões já expressas há algum tempo. Apenas não queria que os vossos pensamentos ficassem sem uma palavrinha minha.