Sexta-feira no Bairro Alto
Aproxima-se mais uma Sexta-feira à noite e com ela uma nova realidade. A rotina da semana é temporariamente esquecida e o cansaço transforma-se subitamente em força motriz. O meu corpo ganha uma nova vida, como se tivesse acabado de assimilar uma pastilha de ecstasy ou um esteróide para ser conduzido até ao limite. Já sinto a energia do álcool a percorrer-me as veias.
Sei que vou estar com as minhas paixões ou pelo menos com parte delas e isso é o mais importante para mim. Mais uma noite de paródia e o destino, o mesmo dos últimos tempos – Bairro Alto. Movimento-me pelas suas ruas outrora labirínticas cuja maioria das esquinas é dominada por traficantes de droga. É inevitável a sua abordagem e muitas das vezes sou o seu alvo. Os meus amigos costumam brincar, dizendo que são os meus olhos já semi-encerrados que dão um ar de ganzado. Outros, preferem a teoria de aparentar um elevado poder de compra quando a oferta é coca. Vá lá que os dealers se contentam com um não, ao contrário dos senhores que andam a vender rosas pela noite de Lisboa.
Tenho um conjunto de bares de eleição que faço questão de visitar regularmente. Alguns ainda fazem parte das minhas primeiras incursões pelo Bairro Alto, outros há que representam as novas tendências. Não há um plano estabelecido para o percurso a fazer, apenas a determinação de me divertir. As escolhas vão sendo feitas ao longo da noite e quando menos se espera já são 4 da manhã. As ruas altamente povoadas ao início da noite, com a riqueza de contraste de pessoas, dão agora lugar a uma nova realidade. É altura do dark side assumir o controlo do final da noite através do comportamento de oportunistas que patrulham as ruas, em busca das vítimas mais indefesas.
Sei que vou estar com as minhas paixões ou pelo menos com parte delas e isso é o mais importante para mim. Mais uma noite de paródia e o destino, o mesmo dos últimos tempos – Bairro Alto. Movimento-me pelas suas ruas outrora labirínticas cuja maioria das esquinas é dominada por traficantes de droga. É inevitável a sua abordagem e muitas das vezes sou o seu alvo. Os meus amigos costumam brincar, dizendo que são os meus olhos já semi-encerrados que dão um ar de ganzado. Outros, preferem a teoria de aparentar um elevado poder de compra quando a oferta é coca. Vá lá que os dealers se contentam com um não, ao contrário dos senhores que andam a vender rosas pela noite de Lisboa.
Tenho um conjunto de bares de eleição que faço questão de visitar regularmente. Alguns ainda fazem parte das minhas primeiras incursões pelo Bairro Alto, outros há que representam as novas tendências. Não há um plano estabelecido para o percurso a fazer, apenas a determinação de me divertir. As escolhas vão sendo feitas ao longo da noite e quando menos se espera já são 4 da manhã. As ruas altamente povoadas ao início da noite, com a riqueza de contraste de pessoas, dão agora lugar a uma nova realidade. É altura do dark side assumir o controlo do final da noite através do comportamento de oportunistas que patrulham as ruas, em busca das vítimas mais indefesas.
Fim-de-semana após fim-de-semana continuo a fazer parte da vida do Bairro Alto, ao ritmo que novas caras vão aparecendo e tantas outras que desaparecem inexplicavelmente. Até quando servirás de cenário às minhas aventuras?

2 comentários:
Até a vida vos separar caro AGNUB, o que, se me permites, não vai acontecer tão depressa, por muito que o vento mude.
Esperemos que p mt tempo Agnub,tratam-se de aventuras únicas e irrepetíveis.Abraça-as e relembra-as sempre de sorriso rasgado.beijos
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