Breve aula de auto-ajuda (ou não...)
Nos últimos tempos da minha vida têm acontecido coisas bastante novas e inesquecíveis. Como qualquer outra criatura pensante, todas estas situações têm vindo a moldar a minha personalidade e a minha maneira de olhar para o mundo.
Após mais de um ano em mutações resolvi partilhar uma das minhas pequenas conclusões. O mundo era um local bem mais simples e calmo se as pessoas pura e simplesmente deixassem de inventar problemas e se aceitassem umas às outras tal como elas são.
Os problemas só são problemas porque alguém lhes dá essa classificação. Alguns desses problemas podemos renomeá-los de desafios, outros de azares, outros de trabalho e ainda outros de paranóia! E é com este novo nome que eles devem ser reanalisados. Porque trabalho é só trabalho, e um azar é só um azar
Também não me parece justo exigir de outrém algo que não me quer dar. As pessoas dão-me o que podem e/ou o que querem; quem sou eu para exigir mais? Aceito aquilo que me dão, e dou aquilo que me apetece, partindo do princípio que não existem exigências subentendidas.
Parece simples, não é? Eu sei que a habituação à ideia é difícil (e colocá-la em prática ainda é pior), mas eu ando a tentar seguir por esse caminho e acreditem que sou alguém bem mais feliz!
Tenho dito.

3 comentários:
Parece-me uma atitude conformista / passiva do dar e receber. Baixar o nível de exigência é um mau sinal. Pode ser interpretado como o facto de determinada pessoa deixar de ter significado na nossa vida. Às vezes é necessário demonstrar à outra pessoa o que pretendemos. E não raras vezes é mesmo necessário mudar. Ok, aceitamos a pessoa tal como ela é mas há certas e determinadas acções que nos magoam. Deixar que nos magoem continuamente é sinal de fraqueza e impedir que se voltem a repetir sinal de mérito, mostrando interesse pela pessoa (e não estou a falar de uma questão de moldar ou fazer grandes transformações à personalidade porque isso sim é não aceitar as pessoas tal como elas são). Claro que depois há sempre o problema da comunicação ou falta dela, o que torna as coisas muito mais difíceis. Já para não falar do orgulho LOL
O meu post não era sobre isso. Era mais do ponto de vista de que ninguém pode obrigar outra pessoa a amá-la. Falei somente em termos de amores não correspondidos, porque foi uma temática (o amor "obrigado") tratada num filme que vi recentemente. Afinal não é suposto este blog tratar de aventuras e desventuras de paixões? :)
Prometo que tentarei ter mais cuidado no uso das minhas palavras de modo a que não ocorram mais erros de interpretação das mesmas (pelos vistos ultimamente subentendem-se várias coisas dos meus posts que não estão lá).
Interpretei o dar e receber ao universo lato com que o descreveste. Mesmo restringindo-o ao amor não correspondido não vejo onde é que o meu comentário possa ser inviabilizado... Quem ama, luta e num amor à partida não correspondido o mérito ainda é maior depois de tantas acções que nos magoaram ;)
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